sábado, 9 de setembro de 2006

Comentários feitos à vontade neste sábado

Saindo de casa no começo da noite, senti aquele friozim que já me deixou meio descabido de tritezinha ácida. Aí por um instante percebi: é sempre o frio que vem junto com a soledade, questão de acolhimento: o sol de hoje cedo na Luz - com devida companhia, em passeio criativo -, o fogo d'ontem de-noite, com companhia que foi muito de verdade, cada qual a seu jeito (como faz tempo que não via): quentura e acolhimento, brisa fria e as ruindades.
Aí então que, por um outro caminhos, pensei de pensar nas securas maltratadas pelo sol e acolhidas pela chuva fria: o inferno e o inverno; foi então que do friozim que lá estava, sonhei com gente boa que se abraça pra esquentar a vida e esquenta chá e chocolate pra esquentar o corpo; e os docinhos.
Resvalei então na inconclusividade das coisas.

A idéia não foi minha (idéia com dono é perigoso... pois imagine cornear o capeta!) mas ela veio e taí se exibindo na nossa frente, a elegância de talvez um móbile de gravatas-borboleta.

Pois não basta um copaço de tamarindo com pastel de carne! Quando é assim, o amor só vai crescendo, me dou inteiro. Até que o tamarindo se escafeda ou azede na minha boca ou sem explicação alguma se recuse a me mostrar o Mundo, seu.
Isto fine! que não quero metáfora... mas um refresco de tamarindo.

De vagar eu não me canso.

Há uma Nina, lá no sul que ri certas risadas. E umas lágrimas... Não é que são as minhas também?
Lágrimas do Sul: (Guarda o toque do tambor/ Prá salvar tua beleza/ Na volta da razão/ Pele negra quente e meiga/ Teu corpo e o suor/ Para a dança da alegria/ E mil asas pra voar/ Que haverão de vir um dia/ E que chegue já, não demore não/ Hora de humanidade, de acordar/ Continente, mas a canção segue a pedir por ti).

Uma última coisinha que orbitava cá pelo meu rosto.
Fica mal com Deus
Quem não sabe dar
Fica mal comigo
quem não sabe amar

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