domingo, 1 de março de 2009

Fui buscar quem mora longe

Veio do meu colega Utak, do blog Heaven's Door, um diálogo (link) em sonho com um amigo comum nosso, que morreu de desastre, há uns 16 meses.

E me lembrou que há poucos dias também sonhei com o grande Dante, mas de outro jeito.

Foi um encontro casual, eu estava na fila para algum lugar, ele passando. Chamei ele com muita animação, ele respondeu na mesma medida. E com um abraço gigante, mas não como aqueles de antes, mais o contrário, eu como ele fazia.

Durou um minuto, fomos um para cada lado. Depois, quando eu ia embora, fui procurá-lo pra me despedir. Então fizemos promessas sinceras e pouco prováveis de nos encontrar logo e "se cuida" e "não esquece". Dei um beijo nele e entrei no cinema.

5 comentários:

  1. Ele sempre volta, pra cada pensamento, um sonho.

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  2. Nossa, eu disse isso pro Ugo no mesmo post...
    Eu não gosto de ler sobre isso, é esquisito. Porque eu sonho e penso muito nessas situações de encontros e abraços e palavras e saudades, mas saber que não sou a única - ter certeza disso - de certa forma confirma o que eu tava escondendo... sabe? Torna a dor um pouco mais forte.

    E sobre meu texto, pode citar, claro. :)
    Interessante...

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  3. Aliás, a maneira que está escrito teu texto me causou um pouquinho de dor com a coloquialidade.
    Sei lá...

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  4. Sinto muito pela dor causada, mas a fidelidade com o sonho, obrigou isto.

    Foi um sonho coloquial, e isso foi o mais marcante dele.

    Inclusive a coloquialidade do beijo que lhe dei.

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  5. e eu tenho certeza que o encontro ocorreu e isto basta! e isto comove! e isto confunde! e isto deixa um grande e longo questionamento....

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