segunda-feira, 6 de julho de 2009

Em choque!

Ah, como foi baixa a resposta recebida do Sr. Leitão (ele tem até nome de gripe).

A discussão que vem sendo travada entre este blogueiro e o outro pode ser resumida da seguinte forma:

1 - Leitão publica fotografia de baixa qualidade da inscrição na parede externa do prédio do meio, da FFLCH. Coloca em pauta a dubiedade de uma das letras, e defende, pautado na "magia da vida", que o que estaria escrito é "Tropa do Choque".

2 - Nossosvinteanos publica uma foto mais próxima e defende que o autor escreveu "Tropa de Choque", embora não tenha primado pela clareza de sua caligrafia. O blog coloca em votação informal a questão.

3 - Leitão escreve, em resposta, texto apelativo e com argumentos pouco claros defendendo seu ponto de vista. Em resumo, ofende seu interlocutor e, ao defender o ponto de vista de quem chega ao prédio, coloca como irrelevante a intenção do autor do enunciado.

Pois bem, em vista disso tudo, vamos à discussão.


Ofensas pessoais e floreios

A utilização de ofensas pessoais e adjetivos forçosos é uma prática detestável.

Um exemplo claríssimo é a crítica feita à fotografia tirada por mim. Em primeiro lugar, o "lindo canteiro florido" não passa de terra batida com tufos de vegetação! O senhor Peçanha sugeriu que eu fosse um crápula destruidor da natureza. Logo eu, que amo o verde!

Intencionalidade

Como disse um colega de futebol, quando sofreu um pênalti pretensamente "não intencional", "a intencionalidade é difícil de ser medida".

O que procurei mostrar em meus posts, longe de criticar o ponto de vista do colega Leitão, foi que não é possível, a partir do ponto de vista de quem chega no prédio, falar o que é que o autor da mensagem quis escrever. Por isso, aproximei-me e, sem má-fé alguma, mostrei a visão que o próprio autor teria.

A VERDADE

Leitão procurou inventar suas verdades. De seu próprio ponto de vista, situado histórica e socialmente (de quem entra no prédio, de quem não sai dos caminhos de concreto pré-delimitados), tentou chegar à verdade, ao que o autor da inscrição realmente queria dizer. Em nome da beleza da vida, chafurdou na lama e não encontrou nada além de lama! Insustentavelmente, defendeu um Tropa dO Choque que é, antes de mais nada, seu próprio.

A outra parte

Eu, ao contrário do que meu interlocutor supôs, não confrontei sua visão com outra verdade, procurei mostrar o quanto é imprecisa a busca pelo que se teria querido dizer. Mostrei que o autor, muito possivelmente, como foi compreendido pela maioria dos leitores deste blog, quis escrever Tropa dE Choque. Em nenhum momento, no entanto, falei que seria possível saber o que ele realmente, objetivamente teria escrito. Procurei mostrar que aquilo que o blogueiro infame disse era apenas uma interpretação, aliás, igualmente válida, mas não verdadeira em si.

Não aceitei que o autor fosse injustiçado pela arbitrariedade de Tito Peçanha.






PS. Eu não odeio, tampouco desgosto. Eu acho o Tito Peçanha Leitão um cara legal. Gosto dele. Nada de ficar falando que a gente não gosta um do outro, Aline.

4 comentários:

  1. Quê? Isso não fez o menor sentido. Agora sim que eu acredito que aquilo era um o .

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  2. geeeeeeeeeeente, pra q q eu to lendo isso??
    ¬¬

    mas vou comentar, droga.

    bem, tirar uma foto do ponto de vista que o pichador teve no momento da pichação é bem coerente. qq um q já fez qq coisa na parede (ou mesmo num papel grande) bem sabe q de longe o resultado é bem diferente daquele d qnd esta se fazendo d perto.

    outra, é realmente impossível dizer a verdade sobre a intenção do autor, nem ele mesmo.

    para o sr. leitão...também não dá para, a partir de uma pichação supostamente errada, dizer que estão deixando de lado "uma vida espiritual mais criativa", e nem supor que eles estão na "mediocridade de seus mundinhos limitados de tropas de choque". Eles podem estar e vc pode achar isso, mas não pode usar um suposto erro de pixação para comprovar. Sem contar que se um cara está neste "mundinho tropa de choque" ele não erraria tropa DE choque, senão por uma questão puramente mecânica.

    por último, o que eu acho mesmo é que o autor teve a intenção de brincar com o sentido das palavras, fazendo tanto um O quanto um E.

    blablablá

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  3. O autor tentou pagar de poeta e quis fazer uma uniao entre tropa de choque e do choque, um sendo o choque policial, o outro o choque emocional. Claramente ambos estao errados e subestimam a capacidade racional do verdadeiro autor da imagem.

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