quinta-feira, 30 de julho de 2009

Olha a chuva - já passou!

Que foi isso? Um dia estranhíssimo a estes nossos vinte anos de experiência no mundo.

Donde veio tanta água, em mês frio de inverno paulistano? A chuva já dura 10, 11 dias, e não terminará.

O maior medo é que terminemos antes dela.


Pois depois chuva forte alternado com garoa de céu nublado tivemos um toró gigantesco, verdadeira chuva de verão, que dissipou-se num magnífico céu azul lá pelos lados da Barra Funda. Acredita? Estamos em julho, veja bem: não foi um céu azulíssimo de inverno, mas um céu pós-epifania orgasmática de uma chuva de verão que quase me afogou no Largo do Arouche; céu de verão.

Sol da meia noite.

E os granizos na madrugada e arcos-da-velha ao amanhecer, uma lição do universo, como afirma o genial Renato Teixeira.

Amanhã, só nos falta o esquecimento generalizado. É o apocalipse? É, com cheiro de indústria e cerveja.

Só sei que, por um tempo, fujo de avião e

...

poutz, mêo, ainda tem a gripe suína!

4 comentários:

  1. Peguei essa tempestade ontem indo para a USP. Passei pela História, pela Sociais (e lembrei de você), e por fim cheguei na biblioteca, onde lembrei mais uma vez de você.

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  2. É pra provar que o mundo está mesmo acabando, Yuri.

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