sábado, 27 de março de 2010

A imagem (dialética) que não me sai da cabeça

Está no blog da Ana Letícia, Novos Palimpsestos:


E seu post foi colado aqui

Imagens dialéticas


"Nesse mundo de obscuridade epistemológica, cujo efeito sobre o corpo se faz sentir com tamanha brutalidade, a cura também surge como algo obscuro e fragmentado, estilhaçado, desequilibrado e malicioso. As mãos do curador são poderosas e suaves, elas arrancam o mal do corpo, enquanto a cantiga, com suas interrupções, retomadas e modificações de compasso, é sem destino ou origem, rodeia aquele corpo, sussurra, dispara, enredando a confusão em sua própria desordem".
(TAUSSIG, M. Xamanismo, Colonialismo e o Homem Selvagem, 1993, p. 388)

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